Aracaju, 2-5-2017.
Meus
amigos:
Nesta manhã de clima duvidoso, quando as
nuvens se reúnem para dar um banho nos habitantes desta cidade, começo a
leitura do livro “Aventuras Inéditas de SHERLOCK HOLMES”, de Sir ARTHUR CONAN
DOYLE.
Num passado distante eu li alguns livros desse
famoso mestre de detetives, cujas histórias estão apagadas da minha memória.
Agora, com maior preparo, estou ansioso para
reler esse autor.
Mais tarde, revelarei a minha opinião.
Na sua biografia está revelado que CONAN DOYLE,
quando escrevia as suas histórias policiais pensava muito, o que é próprio de
ficcionista.
Ah! Eu me regozijo,
porquanto, sendo filiado à Escola Literária Realista, não penso.
As palavras que preciso pôr no texto vão
surgindo na velocidade com que escrevo.
Alguns amigos generosos me chamam de gênio.
Tomara que eles tenham razão!
Entretanto, com a minha morte, estou seguro de
que a literatura brasileira e mundial não ficará vazia, uma vez que morrerei no
anonimato, como um mosquito na floresta amazônica.
Espero que os meus filhos façam publicar os
meus livros inéditos (11).
Edson Valadares
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