ODE A FLORO CALHEIROS
Aleluia, Floro Calheiros!
Algemado, prisioneiro de
Uma imunda Bastilha.
Provavelmente injustiçado
Pela ditadura do Poder.
O seu drama pessoal
Comove o poeta e
Sensibiliza o povo sergipano.
A sua saga faz lembrar
Os miseráveis de Victor Hugo.
A sua fuga cinematográfica
O transforma em herói
Nacional e admirado
Fugitivo em busca do
Sonho da liberdade.
A sua fuga foi um ato
Do direito do cidadão
Que sofre os grilhões
Da prisão e do sofrimento.
Os esbirros o caçam
Como se fosse um Lampião
Fuja! Fuja! Até respirar
Em paz o fresco ar da
libertação.
Aracaju,
11-01-2009
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