terça-feira, 29 de agosto de 2017

EUNÍCIO OLIVEIRA



Aracaju, 26 de agosto de 2017.

Excelentíssimo Senhor
Senador EUNÍCIO OLIVEIRA,
DD. Presidente, do Congresso Nacional.


Excelência:
Por que a energia elétrica é cara? É por que há uma revoada de urubus beliscando as carnes do consumidor.
 Recebo a conta da Energisa deste mês, no montante absurdo de R$ 222,02. Somos apenas três pessoas, e economizamos a energia elétrica.
 Leio na conta: composição do consumo:
                                                         R$
 Serviços de distribuição de energia               52,25
 Compra de energia                                        73,60
 Serviço de transmissão                                    6,31
 Encargos setoriais                                          15,74
 Impostos diretos e encargos                           75,22

 Vejo, aí, uma espoliação, um esbulho descarado, uma extorsão, um assalto, um roubo indecente, injusto, contra o desprotegido consumidor brasileiro.
 O Poder Executivo legisla sobre impostos e semelhantes, usurpando atribuições que deveriam ser do Legislativo, poder este que renuncia a essas atribuições.
 Acorde Congresso Nacional. Defenda o povo expoliado desta Nação.
 Respeitosamente,

        Edson Almeida Valadares
 (Poeta, escritor, pensador etc. Candidato
 ao Prêmio Nobel de Literatura de 2017).

TV CULTURA




Aracaju, 27-8-2017.

TV CULTURA – Fundação
Padre Anchieta – Centro
Paulista de Rádio e TV
Educativas.
A atenção da diretoria.


Prezados senhores:

A poesia, no século XXI, está na UTI, não somente na França e outros países, inclusive o Brasil.
Por falta de matéria-prima poética, essa TV e outras ressuscitam poetas de segunda categoria, tais como: Machado de Assis, Drumond de Andrade e outros.
Agripino Grieco, o mais notável crítico literário do Brasil, como Sainte-Benve foi na França, assim se pronunciava a respeito de Drumond: os seus versos são tão compridos que podem ser carregados num caminhão.
O grande crítico espinafrava Machado de Assis, indevidamente elevado a um deus, no Brasil.
Na França, berço da poesia desde a época dos Trovadores, não mais tem um Victor Hugo, um Lamartine, Rimbeau, e muitos outros.
Na minha pequena biblioteca, dormitam uns 400 poetas franceses, pois os leio no idioma original.
Esse fenômeno se repete no Brasil. Não há mais um Gonçalves Dias, um Olavo Bilac, um Alberto de Oliveira.
A Grécia, também serve de exemplo.
Lá nasceram, séculos antes de Cristo: Homero, considerado o mais esplêndido poeta do mundo. A grega Sappho, a mais soberba poetisa de todos os séculos.
Há, outrossim, na Grécia antiga, um bom número de poetas sublimes. E lá nasceu Aristóteles, codificador da poesia.
Voltemos ao Brasil.
Neste século, no Brasil, inclusive neste estado de Sergipe, estão surgindo poetas como cogumelos na Amazônia.
Os jornais publicam e elegem sonetos e poemas medíocres, como se fossem obras-primas.
Contudo, Apollo, deus protetor das artes, inclusive a poesia, fez nascer no menor estado do Brasil, Sergipe, um poeta e uma poetisa capazes de retirar a poesia brasileira da UTI.
O autor desta carta, nascido no município de Simão Dias, no ano de 1924.
A poetisa, Deise Valadares, nascida na cidade de Tobias Barreto no ano de 1984.
Ambos, somos mais uma vez, candidatos ao Prêmio Nobel de Literatura de 2017, um acontecimento inédito na história desse Prêmio centenário.
O livro dela, CANTO de UMA JOVEM, foi publicado, online, pela Editora AMAZON.
Foi publicado, também, em livro impresso, pela TABA, da cidade do Rio de Janeiro.
A edição de apenas 50 exemplares, destinados a presentear pessoas e entidades importantes da Europa e das Américas.
O meu livro de poesia, intitulado VERSOS no ESPELHO se acha em fase final de digitação. Espero trazê-lo à estampa ainda neste ano.
No meu blog, Edson Valadares – http://miscelanealiterariadeumescritor.blogspot.com.br, o qual já recebe acessos dos países mais importantes de três continentes (Europa, Ásia e Américas), estou publicando os livros CONTOS do SERTÃO, DIÁRIO de UM POETA e CANTO de UMA JOVEM.
Os meus livros são 14, somando cerca de 9.000 páginas, a serem publicados online e impressos.
Finalmente, esclareço que notáveis intelectuais de Sergipe e da Bahia me compararam, como poeta, a Goethe e a Shakespeare; como contista, ao russo Tchecoff; como cronista, a João do Rio; como poeta satírico, a Gregório de Matos.
 Como epistológrafo, sou discípulo do cônsul romano Cícero e da Condessa francesa Madame DE SÉVIGNÉ.
 Tenho a certeza de que eu e a minha filha somente subiremos os degraus da escada da fama se formos laureados com o Prêmio Nobel, ou na hipótese de surgir algum Mecenas.
 Sem mais, subscrevo-me mui atenciosamente,


 Edson Almeida Valadares






sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Canadá


Aracaju, 24-8-2017.


                  Canadá


Na década de 1980 eu estive, durante um mês, na bela cidade de Hamburgo, Alemanha, a trabalho.
Eu era auditor de uma “Trading-company” do Banco do Brasil.
Recebi instruções do presidente para viajar para o Canadá e os Estados Unidos, a fim de auditar a contabilidade das filiais.
Em Hamburgo, embarquei num avião para Frankfort.
Desta cidade, embarquei em outro avião para o Canadá.
A viagem durou 10 horas.
Ao penetrar nesse país, o avião voava baixo e o tapete de neve cobria os 2.000 quilômetros até a cidade de Toronto.
Era a estação de inverno.
Ao chegar no hotel, o termômetro media 40 graus abaixo de zero.
No Norte do país, a temperatura media 60 graus abaixo de zero.
Há frio somente nas ruas, tudo o mais tem calefação.
O escritório da filial situava-se no interior de um “shopping center”, o segundo maior do mundo. Tinha 60 restaurantes.
O maior shopping do mundo fica na cidade canadense de Vancouver.
Nevou durante 30 dias.

O Canadá é um país fantástico. Não há favelas nem miseráveis.
Naquela época moravam no Canadá mais de um milhão de portugueses.
Existe dois idiomas oficiais:
Inglês e francês.



                               Edson Valadares

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